terça-feira, 29 de outubro de 2013

Campanha da Escola Dançar

A campanha da Escola Dançar continua nas ruas. São 23 anos de sucesso e o convidado é você!




sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Benefícios do street dance


O street dance é uma modalidade de dança que, por ser de um estilo popular, reúne alguns elementos da dança de rua e do hip hop. Segundo o professor de street dance e coreógrafo do grupo Street Extreme, Eládio Prados, essa dança traz vários benefícios para quem a pratica. Os principais são: desenvolvimento dos aspectos físico, cognitivo, social e afetivo; estimula o trabalho das funções psicomotoras; desenvolve as sensibilidades musicais e rítmicas; previne deficiências físicas e posturais; facilita muito o convívio em grupo; desenvolve a criatividade e proporciona a aquisição de um corpo ágil, alongado e sadio. “Qualquer pessoa pode dançar este estilo, porém sempre respeitando as limitações de cada aluno. Por exemplo, para crianças pequenas (menores de seis anos) as atividades devem ser mais recreativas e menos técnicas, pois o corpo e as articulações da criança ainda estão em desenvolvimento e uma aula não adaptada poderia proporcionar problemas para um desenvolvimento sadio”, completa.


Os exercícios praticados nas aulas são muito particulares e varia de professor para professor. De acordo com Eládio, a linguagem das danças urbanas é muito ampla, sendo que cada professor pode seguir a linha que mais lhe agradar, podendo variar em aulas de movimentos livres ou aulas com os movimentos básicos já pré-existentes e no final da aula pode ser dado um alongamento com intenção de voltar à calma.

As pessoas que não gostam de musculação e preferem optar por outra forma de se exercitar podem praticar o street dance. “Partindo da visão da educação física, que diz que atividade física é qualquer atividade que mantém ou aumenta a aptidão física em geral, tem o objetivo de alcançar a saúde e também a recreação, podemos considerar a dança como uma atividade física, que pode ser substituída pelos exercícios praticados numa academia, por exemplo”, destaca Eládio. Porém, conforme explica o professor, é importante ressaltar que alguns objetivos demoram mais para serem alcançados, tais como, hipertrofia e treinamentos de força.


O street dance é uma dança que exige muito e precisa ser praticada com conscientização. O melhor acompanhamento, segundo Eládio, é a atenção do professor para qualquer tipo de desconforto que o aluno possa ter durante a aula. “Cabe ao professor identificar a origem deste desconforto e indicar um acompanhamento médico. Para terceira idade é legal uma liberação do médico, porque essa dança é uma atividade que eleva consideravelmente o ritmo cardíaco e exige mais do corpo no aspecto geral”, conta.

Existem diferenças entre as aulas dos alunos que praticam a dança por lazer e para os que dançam profissionalmente. “A aula de lazer vai ter o objetivo de divertir o aluno sem se ater demasiadamente a detalhes de técnica. As coreografias são mais fáceis e não é exigida uma preparação física tão aprofundada quanto para competir. Para competir é necessário mais disciplina, trabalho apurado na parte física e técnica e muitas horas de ensaio”, explica Eládio.





Horário do Curso:
2ª e 4ª feiras 9h00 / 9h45 - infantil de 6 a 10 anos
3ª e 5ª feiras 19h15 / 20h15 - adolescente/adulto




Fonte: portalctea.com.br

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A Dança na Terceira Idade

Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como conseqüência deste fato, há uma tendência de uma diminuição da qualidade de vida de uma maneira geral das pessoas. Isso gera no ser humano uma necessidade de uma busca ou resgate da sua identidade, do auto-conhecimento nos aspectos físico e psíquico, além de manter sua vida social ativa. Na busca destes objetivos, um dos melhores recursos terapêuticos que existe, que trabalha e desenvolve tudo isso ao mesmo tempo, é a prática da dança.

A terceira idade é uma fase da vida que trás algumas limitações físicas e psicológicas ao ser humano, dificultando o desempenhar de suas ações e tarefas do dia-a-dia. Dependendo das circunstâncias ambientais e de como as pessoas reagem a essas limitações, como conseqüência, pode ocorrer a invalidade e a incapacidade de desempenhar atividades desejadas, levando a um declínio em sua qualidade de vida.

Vários fatores estão associados a esse declínio, como a solidão, desprezo familiar, dores físicas e também da alma, limitações e, claro, baixa autoestima. Quando chega a esse ponto, existe uma clara falta de inserção deste idoso no meio social em todas as suas formas, falta de saber e sentir o seu real valor no mundo, de se sentir útil e capaz, sentir prazer e alegria. Tudo isso gera falta de coisas importantes para o ser humano de uma forma geral, como:

* Afeto

* Reconhecimento

*  Poder de realização

* Falta de perspectivas

Tudo isso pode ser remediado com atividades em que o idoso conviva com outras pessoas, dando-lhe oportunidade de, não apenas conhecer outras pessoas, mas também de conhecer a si próprio, além de vencer desafios motivados pelos seus próprios desafios. Um trabalho que possa ser realizado, demonstrando afeto e integração das pessoas para atender às necessidades afetivas e sociais.

Para estabelecer ou re-estabelecer uma melhor qualidade de vida para os idosos, uma das melhores atividades terapêuticas é a dança. Como atividade física, a dança talvez seja a mais completa de todas, por dar manutenção da força muscular, sustentação, equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais de total amplitude de movimentos e mudanças do estilo de vida. Além disso, a dança permite que idoso descubra a capacidade de suas articulações, o limite de sua força, o prazer de poder extravasar suas emoções e seus sentimentos através de seu corpo..

O ato de exercitar a motricidade está naturalmente associado a fatores dos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor..

O processo terapêutico da dança envolve ainda outros objetivos específicos como:.

* Eliminar preconceitos..

*  Vivenciar o envelhecimento de forma consciente;.

*  Vivenciar sua nova identidade como uma fase do ciclo vital..

*  Fazer o idoso viver mais intensamente possível, dentro de suas possibilidades e limitações biológicas..

*  Obter saúde e prazer praticando atividade física..

No processo de trabalhar com a dança na terceira idade, devem existir algumas funções básicas como: conhecer a capacidade e o limite biopsicosocial de seus alunos e respeitar esses limites, orientar, instruir e falar com respeito, saber ouvir as dúvidas, opiniões e críticas, elogiar de forma natural, transmitir segurança, usar de criatividade, promover a sociabilidade do aluno em relação ao grupo como um todo. Também é muito importante praticar a dança de forma estimulante, agradável e não competitiva..

Os professores devem sempre buscar formas de manter o interesse por parte dos alunos na atividade, sempre elaborando aulas diferentes voltadas à terceira idade..

Outro fator essencial é a paciência, que, aliás, deve haver sempre quando se lida com idosos. Muitas vezes explicações e informações não são compreendidas em um primeiro momento. Nesses casos deve haver quantas vezes forem necessárias, como se fosse a primeira vez.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Os benefícios da dança para as crianças

Dançar, além de ser divertido, é também uma forma de extravasar energia e melhorar o bem-estar. Para as crianças é uma atividade ideal devido aos diversos benefícios. "A dança ajuda as crianças a melhorar a coordenação motora e trabalha a disciplina, já que desde pequenas elas aprendem como se comportar durante as aulas. É necessária muita dedicação e agilidade para aprender as sequências. Além disso, favorece aspectos como criatividade, musicalidade e trabalho em grupo, já que na hora de dançar todas as crianças devem repetir os mesmos movimentos e ajudar umas às outras", afirma Natália Camoleze, jornalista, bailarina e professora de balé e jazz.
Fonte: portaldadanca.com

Dança de salão equivale a uma caminhada rápida

Quando a dança vira uma paixão, ela costuma revelar sentimentos que muitas vezes já estavam dentro da gente. Só que escondidos em algum lugar.

“Me sinto mais poderosa, mais forte pra enfrentar até coisas que não têm a ver com a dança. Enfrentar o trabalho, o dia a dia, ter um pouco mais de presença nas coisas que eu faço”, conta Vanessa Karla Miranda, advogada.

Ela faz quatro aulas por semana e ainda frequenta bailes nos sábados. Com essa rotina, emagreceu seis quilos. Ela está tão bem, que promere perder mais uns quilinhos, sem sacrifício.

Basta uma hora animada pra queimar muitas calorias. “A dança de salão é uma atividade moderada. Ele deve perder mais ou menos entre 300, 350 calorias, é como se ele estivesse fazendo uma caminhada mais rápida”, explica a professora de dança, Gracinha Araújo.

Quem se apaixona pela dança deste jeito percebe mudanças no corpo e na alma. “É o alimento da alma e dançando eu realmente, sou eu, eu mesma”, descreve Vanessa.
Fonte: globo.com